07 fevereiro 2018

Coloque a sua startup na maior plataforma de lançamentos de startups do Brasil - InovAtiva

Participe do InovAtiva que recebe inscrições para ciclo de aceleração de 2018 até 5 de Março.


Este é o maior programa gratuito de aceleração de startups do Brasil.

O programa de aceleração de startups do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Sebrae vai receber, neste ano, 300 empresas que passarão por rodadas de mentoria de alto nível, capacitação, bootcamps e demoday.

O novo processo do InovAtiva vai possibilitar o desenvolvimento mais estruturado e estratégico das startups selecionadas, que poderão aprimorar seu modelo de negócio com foco em gestão e mercado, fortalecendo sua presença no mundo digital e junto a seus clientes.

InovAtiva Brasil é um programa gratuito de aceleração de startups. Podem participar empresas em estágio de validação, operação e tração. O programa conta com mais de 700 mentores voluntários, com representantes de grandes empresas como Google, Microsoft, Samsung, Siemens e Embraer. Mais de 640 startups já foram aceleradas pelo InovAtiva.

Saiba mais  e inscrições no link: http://bit.ly/2DNE4oN

05 fevereiro 2018

Desça o seu Guia "Design de Embalagens"



                     BAIXE AQUI! 

Indicação do amigo e designer  FABIO MESTRINER <Siga ele no LinkedIn

Você possui uma idéia inovadora em mobilidade com potencial de gerar impacto positivo global? Se inscreva no InoveMob

 




TRANSFORME O FUTURO DA MOBILIDADE
Inscrições para o concurso irão até 9 de março e as premiações totalizam US$ 200 mil.



Quem pode participar?

  1. Provedores de Soluções de Mobilidade
  2. Empreendedores
  3. Pesquisadores
  4. Pessoa Jurídica ou Equipes de Pessoa Jurídica
  5. Organizações constituídas de acordo com a legislação brasileira
  6. Organizações estrangeiras integrando uma equipe brasileira


FASES:

Inscrições para o desafio: 23/01 até 09/03

Seleção dos semifinalistas: março/abril

Seleção dos finalistas: abril/maio

Execução dos projetos - piloto: junho/novembro

Anúncio do vencedor:dezembro

03 fevereiro 2018

La historia de diseño industrial reconsiderada


 



LA HISTORIA DEL DISEÑO INDUSTRIAL RECONSIDERADA

Libro completo: http://bit.ly/2DKVFxf (OpenLibra)

Todo diseño del sur: https://goo.gl/4pJu9f 

Convidados a conversar en https://www.facebook.com/groups/disenosdelossures/ 

"En la mayoría de los capítulos prevalece una inclinación hacia enmarcar la tarea proyectual en una perspectiva ético-política, si no liberadora o emancipadora, como se pretendía con cierta inocencia en los discursos modernos, al menos develadora de los presupuestos teóricos con los que nos manejamos a diario.

Es necesario ver con mayor claridad qué es lo que está en juego en cada proyecto para poder decidir hacia dónde queremos dirigir nuestros esfuerzos. Siempre sospechamos que detrás de los relatos autocelebratorios de la disciplina había un embellecimiento que no se condecía con los hechos, que no todo estaba dicho ni se explicitaban las categorías desde donde se realizaban las investigaciones.

Al fin, no se mostraban los presupuestos teóricos o ideológicos o se anunciaban los riesgos de pensar de tal o cual manera". María del Rosario Bernatene (Coord.) (2015). La historia del diseño industrial reconsiderada. Edulp. Universidad Nacional de la Plata. Argentina.

Design Generativo

Quando falamos em tecnologia de projeto, qual a primeira coisa em que pensamos?

Não sei vocês mas para mim é CAD. O Computer-Aided Design ou projeto auxiliado por computador, seja um CAD 2D ou um CAD 3D, CAD é uma tecnologia presente no mundo de projetos (mecânico, elétrico, civil, arquitetônico, criativo, etc) há anos, e que tem nos ajudado a criar produtos cada vez melhores.

Entretanto, novas tecnologias estão assumindo papéis cada vez mais importantes no desenvolvimento do produto e que estão influenciando cada vez mais a forma com que projetamos e fabricamos: manufatura aditiva, IoT, materiais compósitos, indústria 4.0, e por aí vai…
Temos novos processos de fabricação que permitem construirmos geometrias que até então eram impossíveis através de métodos tradicionais de produção.

E como o design e/ou o CAD estão se preparando para isso? E é aqui que entra o assunto deste post, o Design Generativo.

E se o CAD pudesse, usando o poder da cloud, realmente nos auxiliar propondo diversas opções ou soluções para um desafio que estamos enfrentando? E se o CAD considerasse estas novas tecnologias de fabricação para otimizar os projetos?




workflow
O conceito é relativamente simples: apresentamos um desafio para um componente ou produto que pode ter vários requisitos como redução de massa de um componente; resistência mecânica; interligação ou relacionamento com outros componentes; restrições geométricas; teste com uso de diversos materiais; e o computador então busca por alternativas de projeto que satisfaçam tais pré-requisitos no ambiente de projeto. Vamos ver alguns exemplos:

1. No caso de um quadro de bicicleta, temos algumas restrições geométricas como distância entre eixos, localização de pedais, banco, etc.; deve possuir determinada resistência mecânica; posso usar diferentes materiais e busco menor peso; melhor aerodinâmica; entenderam onde quero chegar, certo? Na imagem abaixo podemos ver uma série de propostas feitas por design generativo que atenderiam todos estes requisitos.

2. Neste segundo exemplo temos um bloco de motor onde o objetivo era melhorar o sistema de troca de calor do fluído com o ambiente, na imagem abaixo podemos ver a evolução do design chegando a uma forma que só é possível de ser fabricada através da manufatura aditiva:


generativedesign2


Vale lembrar que um conceito muito semelhante já existe há alguns anos, a otimização topológica, onde partimos de uma geometria prévia e vamos “refiná-la” buscando principalmente otimização de massa baseado em distribuição de tensões e esforços exercidos no modelo (Shape Generator no Autodesk Inventor 2017, por exemplo). A principal diferença entre a otimização topológica e design generativo é que no design generativo nós não estamos limitados a um determinado tipo ou quantidade de requisitos e também não precisamos ter nenhuma geometria prévia para buscar alternativas para o desafio proposto.
A Autodesk vem trabalhando em diferentes aplicações para o Design Generativo e otimização topológica já tem algum tempo, soluções como Autodesk Within, Projeto Dreamcatcher, ou até mesmo no Inventor 2017 com o Shape Generator. Já temos usuários experimentando e obtendo belos resultados com o design generativo, como por exemplo a Airbus.

Ainda estamos aprendendo sobre o que o design generativo pode fazer por nós, então se você não tinha ouvido falar sobre isso ainda, não se preocupe, com certeza ouviremos muito mais sobre Generative Design.

Extraído de AUTODESK BRASIL

02 fevereiro 2018

LOréal Brandstorm 2018

ATÉ 10/03 - Requisito estar em graduação

A L'Oréal abriu as inscrições para o L'Oréal Brandstorm 2018 - o jogo universitário de inovação que vai premiar os times vencedores uma viagem a Paris paga pela L'Óreal + 10 mil euros (quase 40 mil reais)! O que você precisa fazer é montar um trio com seus amigos e propor uma solução para o seguinte desafio: "Criar a experiência do salão profissional do futuro". O único requisito é estar na graduação.

Mas como funciona esse L'Oréal Brandstorm?

  1. São necessárias 3 pessoas para formar um time. O ideal é que ao menos uma pessoa fale inglês, porque a apresentação final (em Paris) será in English, alright?
  2. Não precisam ser todos da mesma faculdade, mas do mesmo país sim.
  3. Você pode se juntar a um dos times já inscritos que ainda precisam de membros, na hora da inscrição. Forever alone ninguém fica.
  4. Depois, é só decidir se o grupo vai focar em um tipo de inovação: Marca, Tech e Inovação Sustentável — ou propor uma solução que una as três frentes!
  5. Segundo o regulamento, a apresentação enviada deve ter até 3 slides (não precisa de capa), deve ser em inglês, no formato PDF, dimensão 16x9 (widescreen). Lembrando que não vale incluir música, vídeo ou animações
 

Datas importantes pra você se programar 
Inscrições: até 10/03 
Anúncio dos pré-finalistas do Brasil: 21/03 
Final no Brasil: 13/04 

Os 2 times vencedores serão levados para Paris com todas as despesas pagas pela L’Oréal para participar da Final. 

Final Internacional: 19/05 

SE INSCREVA NO LINK

Via 99jobs

01 fevereiro 2018

64 hacks para otimizar o seu LinkedIn




Design é business e business é LinkedIn.

O colega Edu Costa (Otimização de Conversão | Growth Hacking | Digital Analytics) disponibilizou checklist para otimização de perfil no Linkedin  que já atingiu mais de 1,6 milhões de views! 
 
Para baixar é só clicar aqui!


25 janeiro 2018

Design Social: impacto positivo para empresa e sociedade


Desenvolver projetos para promover mudanças sociais por meio do design ajuda a melhorar a percepção de valor das marcas e negócios.

Design Social é um tema controverso desde a sua definição. Enquanto alguns defendem que o termo engloba qualquer processo de design que resulte em impacto social positivo, para muitos outros, a forma como esse processo se dá e o tipo de impacto gerado são fatores relevantes para a adequação de um projeto a essa área.

De acordo com essa segunda compreensão, uma prática econômica, social e ambientalmente responsável por parte do designer não é o suficiente para o enquadramento dentro do âmbito social da profissão. É necessário que os atores que sofrem com problemas e contextos analisados estejam envolvidos no processo e sejam parte da criação e das decisões, de forma a se apropriarem da solução desenvolvida.

Não à toa, o Design Thinking, apoiado na empatia, na colaboração e na experimentação, tem sido adotado ao redor do mundo como um dos principais canais para promoção de mudanças positivas.

O que isso tem a ver com negócios?

Além de instituições sem fins lucrativos e do governo, interessados na inserção de pequenos grupos produtivos no mercado, as empresas têm buscado cada vez mais essa especialidade, tanto para criar um "braço" social para suas marcas quanto para realmente agregar valor à sua cadeia produtiva.

Design na prática

Paula Dib, vencedora de prêmios como o International Young Design Entrepreneurs of the Year, o Trip Transformadores e o Top XXI Mercado Design, é referência nacional no assunto.
Designer de Produtos formada pela FAAP, ela logo percebeu o viés insustentável por trás da criação de um produto por si só.
Na entrevista a seguir, a paulistana conta do trabalho que faz, narra um pouco da sua trajetória e explicita algumas características desse setor tão pouco compreendido, mas com enorme potencial.

O que você faz atualmente?

Eu viajava muito trabalhando em diversas comunidades do Brasil e mundo afora, em lugares como China e África. Nos últimos tempos, tive que ficar mais em São Paulo, então comecei a trabalhar fortemente com intervenções urbanas. O meu projeto hoje é junto com um grupo chamado Cidade Azul, em que a gente aborda a questão da água e trabalha com intervenções urbanas para trazer a consciência e a questão da água para as pessoas. Mas meu meio habitual de atuação é o desenvolvimento de projetos em comunidades Brasil adentro.

Qual foi a sua trajetória até essa atuação?

Eu me formei em Design de Produto pela FAAP e sempre debati o desenvolvimento de produtos em um mundo já tão cheio de coisas. Eu era uma estudante de Design meio contestadora, no sentido de questionar tudo o que a gente vinha estudando e pensando pro nosso futuro.
Dentro dessa busca de sentido pelo que eu vinha fazendo, acabei me envolvendo com um Design que não fosse só o desenvolvimento de produto em si, mas que abrangesse outras coisas. Que falasse um pouco da cultura, de tradições, de resgastes, de técnicas artesanais, ou até de contextos mais industriais, mas com um propósito maior, não apenas o de desenvolver mais um produto.
Eu me formei em 2000 e, desde então, venho trabalhando principalmente com muito grupos produtivos.
Quando comecei a trabalhar dessa forma, não existia o termo Design Social. Porque o designer é um criativo, é uma pessoa que tem suas referências, um artista, que vai criando.
Em 2006, quando recebi um prêmio em Londres, me coloquei como designer social. Foi a forma que eu achei de denominar um Design com mais propósito, que não tem intenção de fazer um produto autoral dentro de uma comunidade, mas de envolver a comunidade no processo criativo.
Ou mesmo envolver as indústrias e as empresas no processo e chegar num lugar com mais propósito, em um produto com mais história para contar, com mais sentido. Não acredito que eu tenha criado esse termo "designer social", mas a partir daí ele começou a ficar mais forte, para mim e para muitas pessoas. Foi uma questão bem pessoal mesmo, de questionar o caminho das coisas.  

O que é Design Social?

Eu acho que o Design Social é aquele que deixa o contexto chegar antes de você chegar no contexto. Isso parece confuso, mas… É um pouco isso, o designer pode acabar sendo muito intervencionista. Quando você fala em Design Social, você não está partindo do princípio que você é o ativador daquilo, mas está ativando um sistema para participar desse processo. Esse sistema pode ser composto de pessoas, culturas, tempos… É bem sutil mesmo a quantidade de coisas que se abarcam nesse social, sabe? É um universo de sutilezas que você convida a participar do processo pra que ele de fato seja um processo social.

Qual a diferença entre a atuação mais comum e conhecida de um designer e o designer social?

Eu tive bastante contato com designers em Londres. Eles iam para a Índia, desenvolviam suas linhas de produtos, suas coleções, voltavam e vendiam. Eles defendiam que era social porque geravam renda e trabalho para as pessoas locais. Mas a visão é diferente, porque os indianos são fornecedores ou produtores, ao passo que, nos processos que o designer social desenvolve, ele envolve a comunidade no processo, que passa a ser não tão autoral, passa a ser cocriação. Não tenho nada contra a essa forma de atuar, são só maneiras diferentes.

Que tipo de clientes você costuma atender?

Eu trabalho bastante com organizações (fundações e institutos), como o Artesol, com o governo (prefeituras e governos locais), com algumas empresas. Em geral, são empresas de grande porte que querem atuar nas redondezas de onde se encontram. Também trabalho como proponente em editais públicos.

O que esses clientes geralmente demandam?

As empresas em geral querem que eu trabalhe com as comunidades do entorno. Já as ONGs e institutos em geral já tiveram algum tipo de envolvimento com a comunidade, já localizaram e identificaram uma demanda, então me chamam para trabalhar essa necessidade da própria comunidade. Com alguns grupos que eu trabalho há mais tempo, como o Artesol, em vez de passar pelo processo de encontrar a comunidade para já resolver a demanda, a gente vai para um processo ainda anterior, de começar nas comunidades desde o diagnóstico e analisar o contexto, até pra ver se é o meu trabalho que é realmente necessário ou de outra atuação.
É interessante porque é um trabalho super diverso, e isso não tem problema. Como o trabalho começa com as pessoas e tudo o que se encontra nesse lugar, a diversidade de situações só faz o trabalho ficar mais rico. Não vai ter uma fórmula pra atuar num lugar, porque você depende do que o contexto te mostra.

Como o dono de um pequeno negócio pode aplicar esse olhar mais humano à sua realidade de trabalho?

Por experiência, percebi que os projetos que tinham "geração de renda" como fio condutor acabam muito mais suscetíveis a falhas do que projetos que tinham um processo diferente, em que se exaltava outras características da região, das pessoas, do lugar… Ou seja, onde o convite era para entrar por outra porta. E a história da geração de renda virava consequência de todo um trabalho, já que muitas outras coisas vinham na frente. Acho que esse processo é mais humanizado. Quando a geração de renda é o motor da história, isso desperta na pessoa um instinto diferente do que a abertura pelo contexto dela.
Quando eu te pergunto: "Qual a história da sua família?" é muito diferente de eu chegar e falar: "O que que você anda fazendo pra ganhar dinheiro?". Acho que o processo fica mais humanizado e muito mais interessante e rico, porque as trocas começam a acontecer em muitos níveis. Todo mundo fica mais sensibilizado e envolvido por outras questões, enquanto em experiências que tive, quando a geração de renda está mais à frente, parece que o lado mais ganancioso de cada um aparece.

Você tem alguma história de um projeto realizado que tenha tido um impacto muito grande?

Um projeto que concluí há pouco tempo aconteceu na Jureia, na região sul do Estado de São Paulo, em uma comunidade caiçara. O processo com eles foi super redondo, desde a identificação da comunidade até a relação construída com eles. Foi tudo muito fluido, super bacana. A geração de renda foi sempre tratada como consequência de um processo bem elaborado. E, de fato, é o grupo que hoje tenho mais notícias de sucesso. Eles têm toda uma organização interna, estão muito bem e têm um resultado financeiro incrível! 

Para saber mais:

22 janeiro 2018

20 janeiro 2018

Residência Maker na Prefeitura de SP



ACESSE  http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/inovacao/noticias/?p=248166

Curso Empreender Modo On




Até 4 de Fevereiro - Inscrição para curso online gratuito de #empreendedorismo #startups #empreendedores

Inscrições para o Curso Empreender Modo On estão abertas, você pode realizar o curso até dia 04 de Fevereiro!

Chegou a hora de colocar a mão na massa no seu negócio!

Esse curso online foi desenhado pela @Aliança Empreendedora para ajudar nos momentos mais importantes do seu empreendimento. Então, você que está no começo da sua jornada empreendedora e precisa de um empurrão, ou no estágio da ideia no papel e o curso ajudará a colocar a mão na massa!

Conta com o Apoio Institucional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia da Inovação através da Subsecretaria de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa do Governo do Estado de São Paulo.

Para quem acaba de terminar o curso, além do certificado de curso emitido pela Aliança Empreendedora, ainda é possível participar de uma avaliação coletiva online com especialistas da Aliança Empreendedora, onde você pode tirar as dúvidas que você tem sobre o seu negócio!

VIA ALIANÇA EMPREENDEDORA
https://www.linkedin.com/company/769303/

Incrição: https://goo.gl/ooBHy8