15 janeiro 2018

Líder Transformacional


Você já ouviu falar em líder transformacional? Robert Quinn, consultor e professor de comportamento organizacional da Michigan University Business School, aborda muito sobre este líder em sua publicação “O processo da Mudança: Ferramentas para ser um profissional preparado para as transformações“.


Em um mundo competitivo e com desafios complexos a serem enfrentados com rapidez e eficiência, a força de uma equipe empoderada e motivada pode resultar em soluções únicas e surpreendentes e neste processo o papel do líder transformacional é fundamental. Ele é o regente desta orquestra e como tal deve estimular o desenvolvimento pessoal dos integrantes e ao mesmo tempo gerar uma sintonia do grupo.

O primeiro passo que a pessoa em posição de liderança precisa dar é dedicar-se ao seu autoconhecimento. Não importa o contexto, seja conduzindo um país ou sendo um educador de uma universidade é de suma importância o líder estar fortalecido emocionalmente, fisicamente, espiritualmente e intelectualmente e com um propósito muito claro e definido da sua atuação.

Após essa viagem interior poderá resgatar a integridade do seu ser e a partir disso, estimular a transformação dos seus alunos, no caso de educadores, para que embarquem neste processo profundo, mas libertador. As ações deixam de ser voltadas aos interesses individuais e passam a trabalhar com foco real no bem-estar coletivo.

Todos crescem neste processo, pois o ambiente de trabalho fica mais aberto ao diálogo franco e o respeito cresce entre todos. Por que isso acontece? Porque há espaço para as diferenças e cada um com seu potencial e singularidade, pode contribuir sem medo de ser julgado. Como resultado, a leveza e a alegria aparecem e consequentemente o ambiente fica mais criativo e propício as soluções mais inovadoras.

O filme “Sociedade dos poetas mortos” retrata um exemplo de professor inspirador, que ensina os alunos a refletirem criticamente, despertando em cada um, suas habilidades e potencialidades. Apesar desta obra cinematográfica ser de 1989, suas lições são muito pertinentes para os novos rumos da educação e liderança governamental. Um belo exemplo de líder transformacional.

Carpe diem*!
*Aproveite o dia!

14 janeiro 2018

curso de história do design em São Paulo

Os designers gráficos deveriam ser alfabetizados em história do design gráfico. Ser capaz de projetar bem nem sempre é suficiente. Conhecer as raízes do design é necessário para evitar a reinvenção, ou ainda o plágio inadvertido”. A frase do respeitado crítico e escritor Steven Heller, em seu livro Introduction to Graphic Design History, é voltada aos designers gráficos, mas se aplica com perfeição a designers e arquitetos. Conhecer a história é ampliar repertório, e assim enriquecer o próprio trabalho – e não correr o risco de chover no molhado, inventando algo que já existe.
   
Pois quem mora em São Paulo tem, agora, uma ótima chance de fazer um mergulho na história do design europeu e norte-americano desde o século 18 até o fim do século 20. Trata-se da 2ª edição do Curso de História do Design promovido pela ATEC Cultural, em aulas semanais conduzidas pela jornalista e professora Ethel Leon – que este ano integra o júri do 2º Prêmio Casa Vogue Design. Com início marcado para 20 de fevereiro, o curso se baseia na trajetória de Ethel como professora de história do design na Faculdade de Campinas, onde atuou por 15 anos.

“É um curso livre, ou seja, sem vínculos acadêmicos, sem provas, sem seminários. Indico extensa bibliografia para quem quer se aprofundar, mas não é preciso ler nada nem há pré-requisitos para fazer o curso”, explica Ethel. 

As aulas têm início no dia 20 de fevereiro e acontecem sempre às terças-feiras, das Duração de cada aula 2 horas, com intervalo de 10 minutos. Os interessados podem fazer o curso completo (R$ 3.150) ou aulas avulsas (R$ 100), mediante disponibilidade. 

Mas atenção: as vagas são limitadas – apenas 30 lugares! Veja, a seguir, a programação do curso – as aulas acontecerão no showroom da ATEC Original Design: Av. Brigadeiro Faria Lima, 1800, 10º. andar. Inscrições e informações pelo e-mail barbaracardosogarcia@hotmail.com

De Casa Vogue

11 janeiro 2018

Disruptura Continua

Artigo de Rony Maruta
"Estamos vivendo a era da disruptura onde as gerações Y e Z vem devorando todo o mercado convencional e criando vários novos modos de se fazer negócios.
Seja você empresário ou assalariado, não há escapatória, atualize-se ou entregue-se ao seu catastrófico destino.
Nasci em 1983, ano este que foi marcado pelo fim da Geração X e dava início a próxima Geração Y. Nesta época, brincava-se de vôlei, queimada, bolinha de gude, pião, futebol e pipa, a maneira mais rápida de se comunicar era apertando a campainha da casa daquele seu melhor amigo.
Nossa fonte de informação era a famosa enciclopédia “Barsa”, pois ainda não existia internet, na verdade, nem computador havia (pelo menos aqui no Brasil).
Já na década de 90 as coisas começaram a mudar tão rapidamente que foi assustador. Lembro que meus pais se esforçavam para acompanhar a evolução frenética, tanto da tecnologia quanto a evolução dos filhos.
O sonho de consumo era o “BIP” que enviava mensagens de texto instantaneamente, porém você precisava ligar para uma central telefônica e ditar exatamente o texto que gostaria de enviar, convenhamos que era um tanto quanto constrangedor.
Lembro também do curso de “MS-DOS” que fiz e nunca usei para nada, pois é, nesta época não existia o sistema operacional “WINDOWS”.
Rapidamente tudo mudou com a chegada do lendário "ICQ”, “Bate Papo do UOL”, site de busca “CADÊ”.
Minha geração passou por toda essa transição com muito entusiasmo pois tudo era novidade e tudo que é novo, fascina.
Meus pais já pediam ajuda para tentar manipular o computador, mas não admitiam e nem cogitavam a hipótese de terem que fazer um curso básico de computação e foi exatamente aí o grande erro deles, pois começamos a ser bombardeados de novas tecnologias e informações, a velocidade foi insana e está cada vez maior, assim, inevitavelmente, eles ficaram para trás. Minha mãe até hoje tenta dominar um computador, mas sempre precisa daquela ajudinha.
Nesta nova Geração Z, todos já nasceram manuseando estas tecnologias e cada vez mais estes jovens começam suas trajetórias no mundo dos negócios, principalmente utilizando a disruptura da inovação. Eles quebram todos os paradigmas e não tem medo de errar, pois afinal, um CTRL+Z resolve a  maioria dos problemas.
Os exemplos claros desses novos business são: UBER, AIRBNB, NETFLIX, todos eles vislumbraram sub nichos e acabaram se tornando o nicho principal, ou seja, dominaram o mercado pois os consumidores aprenderam a otimizar tudo, inclusive o tempo.
Enquanto o trabalhador assalariado se revolta com a futura aposentadoria falida e ilusória, os jovens vem com força total, capacidade e habilidades para mudar este cenário.
Esta geração quer, qualidade de vida, tempo livre e dinheiro, com esta tríade estão modificando o mundo e a forma de comercializar.
Uma das melhores ferramentas disponíveis para esta mudança é o modelo de Marketing de Rede ou Marketing de Relacionamento ou ainda Marketing Multinível, onde é justo e sustentável. Um modelo de negócios onde se você se profissionalizar e construir seu público consumidor, poderá dominar a tríade da qualidade de vida-tempo-dinheiro. 
Mas vale ressaltar que o amadorismo não serve nos dias de hoje e este modelo de negócios é cruel e implacável para quem não está disposto a se atualizar.
Decida rapidamente quais são seus sonhos e como vai fazer para conquistá-los, não deixe que ninguém use a sua vida para trabalhar pelos sonhos deles."

Leia mais em: https://www.webartigos.com/artigos/disruptura-continua/155420#ixzz53ua0LGGl

21 dezembro 2017

Universo das cores na arquitetura de interiores


No primeiro semestre de 2018, Renata Mello ministrará o curso “Universo das Cores na Arquitetura de Interiores: teoria e prática” na Universidade Aberta do Tempo Útil da Universidade Presbiteriana Mackenzie. 


O objetivo será instruir os alunos sobre o universo teórico e prático das cores para a aplicação harmônica nos diversos estilos de arquitetura de interiores. As inscrições estão abertas para todos os interessados maiores de 18 anos. As aulas serão terças ou quintas-feiras no período da manhã ou tarde em 16 encontros de 90 minutos.

Valor do Investimento: 5 parcelas de R$ 160,00.

Para maiores informações: http://up.mackenzie.br/extensao/uatu/


Do blog da Arquiteta Renata Mello - Arte - Arquitetura - Tendências

20 dezembro 2017

14 dezembro 2017

Plataforma de Design Visitei


Visitei é uma interface que facilita, organiza e incentiva visitas a empresas de design; a única plataforma brasileira que reúne empresas que topam abrir as portas para estudantes e profissionais de design, comunicação e áreas correlatas. 

A intenção é que cada vez mais interessados conheçam escritórios diversos (inclusive alguns em que se sonha trabalhar), edificando a comunidade de design e aproximando empresas e pessoas.

Visitantes e empresas saem ganhando: os visitantes matam sua curiosidade a respeito do dia-a-dia de escritórios que admiram, e as empresas aumentam sua visibilidade perante o mercado de design (e potenciais funcionários).

Já foram 75 visitas em 6 estados brasileiros, com 542 visitantes felizes :)

VISITE VISITEI

VISITEI é uma iniciativa do Coletividad

18 novembro 2017

Lei Brasileira de Inclusão, inovação e Design


Você sabia que a #LBI Lei Brasileira de Inclusão já exige
produtos, serviços inclusivos com punição por não cumprimento?
Inove e cumpra a lei!
Leia sobre porque você deve ser inclusivo nos seus produtos, serviços e tecnologias no meu LinkedIn:

15 novembro 2017

24 horas de design inclusivo

A Free 24-Hour Online Community Event On Accessibility – November 16

Organized by The Paciello Group

Everyone has a role to play – what’s yours?

VISIT THE EVENT AT #ID24

11 novembro 2017

O feminino em São Paulo

Se você é arquiteto, urbanista, artista vale a pena a exposição na Biblioteca Mario de Andrade com varias ações de intervenção urbana em SP, no Brasil e no exterior. Destaco as seguintes ações de "empoderamento feminino urbano". (Foto e autores)






E se os conjuntos habitacionais fossem projetados por arquitetas?